Rite and the passage of time: the evolution of carnival in Rio de Janeiro.

Papers on Latin América #49. Institute of Latin American and Iberian Studies. University of Columbia, New York, 1999. Destacando as mudanças e permanências do desfile das escolas de samba no Rio de Janeiro, a discussão evolução do carnaval no Rio de Janeiro traz à baila diferentes formas da temporalidade presentes no ritual festivo.

“O Boi-bumbá de Parintins, Amazonas: breve história e etnografia da festa.”

História, Ciência e Saúde. Manguinhos, vol. VI (suplemento), pp. 1019 – 1046. Rio de Janeiro: Fio Cruz, 2000.

Nesta etnografia do festival de Bois-Bumbás de Parintins (AM), teço considerações sobre o estudo dos rituais e a história do folguedo, para sugerir uma interpretação do Bumbá como um novo nativismo que afirma positivamente uma identidade regional cabocla.

 

“The Amazonian Ox Dance Festival: An Anthropological Account”.

Cultural Analysis 2001, 2: 69-105. The University of California.

An ethnography of the Parintins festival informing on the history of the ox merriment in Brazil. Analyzed from the perspective of ritual studies, the festival is seen as a contemporary cultural movement that, while enhancing regional indigenous roots, expresses a positive statement of a Brazilian caboclo, or mestizo, cultural identity.

“Os sentidos no espetáculo.”

Revista de Antropologia. x v. 45, n. 1, pp. 37-80. USP: São Paulo, 2002.

Dois festivais populares contemporâneos, o desfile das escolas de samba no carnaval carioca e os Bois-Bumbás de Parintins, Amazonas, são comparados através da análise cultural de sua natureza ritual e espetacular.

“As alegorias no carnaval carioca: visualidade espetacular e narrativa ritual.”

Textos escolhidos de cultura e arte populares. v. 3, n. 1, p. 17-27. UERJ, Instituto de Artes: Rio de Janeiro, 2006.

As alegorias das escolas de samba são compreendidas como articuladores sociais e simbólicos decisivos na criação da sociabilidade intensa e festiva dos desfiles carnavalescos.