por admin | jan 28, 2020 | Espiritismo e Religiões afro brasileiras
In Quissamã. Orgs. Maria Emília Marchiori et al. Rio de Janeiro: Minc/Pró-memória/SPHAN, 1987. pps. 129-144.
Breve etnografia da macumba e do jongo na região de Quissamã no norte fluminense. Jongo e Macumba são testemunhos da importante presença cultural dos africanos de origem bantu nessa região de antigos canaviais e mão de obra escrava.
por admin | jan 28, 2020 | Espiritismo e Religiões afro brasileiras
Sinais dos Tempos. Diversidade Religiosa Brasileira. ISER, 1990.
Verbete sobre o Espiritismo kardecista que oferece uma visão geral do sistema simbólico e padrões de organização dessa religião. No campo religioso brasileiro, o Espiritismo emerge como um importante elemento de mediação entre a tradição católica e as religiões afro-brasileiras.
por admin | jan 28, 2020 | Antropologia, Espiritismo e Religiões afro brasileiras
Religião & Sociedade. v. 24, n. 2, pp. 11-27. Rio de Janeiro, 2005.
Como o sistema religioso espírita re-significa a idéia de vida e de morte? Essa questão é analisada a partir da compreensão da cosmologia e do sistema ritual espíritas e da comparação da noção espírita de reencarnação com a noção católica de purgatório.
por admin | jan 28, 2020 | Espiritismo e Religiões afro brasileiras
Religião & Sociedade. vol.1 no.se. Rio de Janeiro, 2006.
The paper analyses how Brazilian Spiritism resignifies the current notions of life and death, comparing the notion of reincarnation with the Catholic notion of purgatory.
por admin | jan 28, 2020 | Estudos de Folclores e Políticas Públicas
Seminário Folclore e Cultura Popular. Série Encontros e Estudos. Vol 1. Rio de Janeiro. Instituto Nacional do Folclore. Funarte. MinC. 1992. Pp. 101-112. Com Myriam Lins de Barros, Luis Rodolfo Vilhena, Marina de Mello e Souza e Silvana Araújo.
A constituição do interesse pelo folclore no contexto europeu dos séculos XVIII e XIX, com os antiquários e o romantismo, é analisada neste texto que prossegue examinando os estudos de folclore no Brasil no período que vai de 1870 a 1960. Esses estudos indagam sobre a natureza peculiar do “ser” brasileiro e participam, juntamente com as ciências sociais em fase de estruturação, da discussão de idéias sobre nação, identidade nacional, brasilidade e cultura brasileira.